Portugal é passado.
Slater vacilou muito. Mick vacilou um pouco e John John vacilou um bocadinho. Essa é a conclusão final do que rolou em Portugal. Não importa mais as ondas, as pranchas quebradas e os erros dos juízes. No fim das contas, o que sobra são os pontos no ranking. Eles que serão levados para a próxima etapa. “Mas passaram a mão nas notas do Medina, isso não pode ficar assim.” – é o que você vai dizer. Saiba que nem os juízes, nem os outros surfistas estão ligando mais para isso. É passado. Agora, faltam apenas duas etapas. Um título mundial e uns cortes na 1ª divisão precisam ser definidos. Ou seja, ninguém mais está pensando no que rolou na final na terra do Cabral. Para o Medina e qualquer outro surfista que tenha se sentido prejudicado, restam duas oportunidades para dar a resposta aos juízes dentro d’água. E aí, quem vai se habilitar a esfregar na cara dos juízes da ASP quem é que surfa de verdade? Vamos ter que esperar a próxima etapa da Santa Cruz para descobrir essa resposta.






